Prestação de serviço ineficiente

Um dos temas que vem gerando debate na capital acreana, durante a semana que passou e que estão por vim, é o pedido de aumento da passagem do transporte publico.

Alguns pontos devem ser destacados e avaliados. As empresas não cumpriram o acordado e estabelecido no último aumento, a renovação da frota, pois não precisa ser usuário constante dos serviços para verificar às más condições; 

A alegação de que a gasolina aumentou, passa como uma certa balela, pois as empresas de ônibus compram o combustível com valor diferenciado. Só se justificaria esse argumento, se elas comprassem diretamente na bomba, como eu e qualquer outro condutor de veículos;

No que diz respeito a intervenções, a Câmara poderia fazer, desde que a sua maioria votasse pela modificação de um lei proposta em 83, ano que a legislatura daquela época tirou seus poderes. Mas algo poderia ser feito pelos deputados estaduais, que poderiam estudar a viabilidade de se reduzir alguns encargos para se manter o atual valor ou reduzi-lo;


Quando chegar no ponto dos estudantes, se faz necessário o envolvimento dos pais de alunos, instituições escolares e os estudantes em si, participarem do debate em beneficio dos estudantes, e não deixar na mão de militantes partidarista "decidirem a defesa em beneficio do estudante", onde na verdade saem me defesa das empresas ou de seus partidos;

A prefeitura já foi detentora do serviço de transporte público e poderia voltar a fazer isso. O transporte publico é um serviço que o dinheiro é a vista ou antecipado para as empresas, basta ver o número de pessoas que utilizam os cartões eletrônicos.

Se movimentar 60% desses pontos, certamente modificaríamos essa realidade para os que precisam do serviço e desconstruiríamos o discurso das empresas, que alegam funcionar no vermelho. Se trabalham no vermelho, por quê insistem tanto em renovar o contrato de funcionamento? 

Outro ponto que destaco nessa explanação, é que as entidades que compõem o Conselho Tarifário, dialoguem com o sindicato dos trabalhados das empresas, pois as empresas voltarão a usar seus funcionários para tentar forçar a aprovação do que querem. Fizeram no ano passado e certamente irão fazer todo o "jeito" para se beneficiarem.