Polícia Civil fala sobre investigação de meninas desaparecidas

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Em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira, 09, a Policia Civil por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), esclareceu pontos sobre as investigações para descobrir o paradeiro das adolescentes Amanda Gomes e Isabelle Lima, desaparecidas desde o último domingo, 05.

De acordo com o delegado Remullo Diniz, a polícia conduziu dois integrantes das famílias das jovens, à Delegacia de Flagrantes (Defla), na noite de quarta-feira, quarta-feira, 08. O grupo de cinco pessoas foi interceptado no município do Bujari após obterem informações de que as jovens desaparecidas teriam sido vistas na companhia de um homem e, segundo a família, foram em busca de imagens de câmeras de segurança.
A equipe das Polícias Civil e Militar no Bujari realizou abordagem ao veículo, em frente a uma agência do Banco do Brasil. Entre o grupo estavam o pai e uma tia de uma das adolescentes e mais três pessoas. Dois foram presos, sendo um foragido da justiça e outro homem que estava em posse de uma arma de fogo. Outros dois conseguiram fugir.
Os nomes dos conduzidos foram preservados pela polícia na intenção de manter a integridade dos familiares, uma vez que ainda serão interrogados.
“Nós ainda não sabemos o que iriam fazer, vamos apurar o que buscavam com essa reunião lá no Bujari. É um cenário que está ganhando um corpo muito maior, são situações que tão ganhando outros ares e estamos tentando descobrir os porquês", disse Remullo Diniz.
"Inclusive, a senhora que foi conduzida à delegacia esteve com a gente durante todo o dia de ontem aqui, nos acompanhou pessoalmente nas buscas no bairro Taquari e depois nós tivemos a surpresa de vê-la conduzida à Delegacia de Flagrantes, mas vamos deixar claro aqui que essas pessoas não tem ligação com o desaparecimento dessas meninas, estamos averiguando a motivação para estarem reunidos, acredito que por motivo de vingança, mas, vamos apurar”, completou o delegado.
SOBRE A INVETIGAÇÃO
A Polícia Civil segue com as investigações e após encontrar um pedaço de tecido que supostamente seria de uma das garotas, próximo ao local onde o corpo de Victor Hugo foi localizado, o delegado Remulo Diniz informou que mandou o pedaço de tecido para passar por perícia e verificar se há indícios de sangue ou material que possa lhes dar alguma pista sobre o caso.