Dr Jakson Ramos alerta para caos na saúde com Rio Branco fora do Mais Médicos

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O vereador Dr Jakson Ramos fez nesta quinta feira, 6, um alerta para as consequências de mais uma trágica medida adotada pelo governo Bolsonaro que afeta diretamente os serviços de saúde na capital acreana e demais cidades.

Edital do programa Mais Médicos publicado no Diário Oficial da União na edição do dia 13 de maio deixou Rio Branco fora do programa, o que representa uma perda de 53 profissionais médicos que atendem atualmente na capital. 10 desses profissionais terão seus contratos encerrados até o fim deste ano e os demais finalizarão seus contratos com o município até junho de 2020. O governo federal informou oficialmente que os contratos existentes não serão renovados junto aos profissionais que prestam serviços à capital acreana.

"O Mais Médicos foi criado em 2013, e está presente em mais de quatro mil municípios, além de 34 distritos indígenas. Imagina o choque que isso vai causar na saúde não só no Acre, mas em outros Estados. É um desatino de um governo que não tem noção de como governar este país, trazendo prejuízo principalmente para as populações mais carentes", destacou Jakson Ramos.

Porte de armas

Durante sua fala na tribuna da Câmara Municipal, o vereador destacou, ainda, pesquisa Ibope divulgada neste mês, a respeito da flexibilização o porte de armas.

De acordo com a pesquisa, a maioria dos brasileiros é contra flexibilizações de posse e de porte de armas de fogo. A consulta popular foi realizada após o primeiro decreto do presidente Jair Bolsonaro, que flexibilizou a posse de armas, e anterior aos dois decretos sobre o porte de armas.

Os dados apontam que sobre a posse de arma, 61% dos entrevistados são contrários a que haja mais facilidade para possuir uma arma de fogo em casa ou no trabalho; 37% são a favor; 2% não sabem ou não responderam.

O Ibope também perguntou sobre a autorização para que o cidadão carregue o armamento na rua: 73% se mostraram contrários; 26% afirmaram ser a favor; 1% não sabe ou não respondeu.

"Isso mostra o absurdo desses decretos, então precisamos sim combater esse tipo de medida principalmente porque a população mais carente ainda precisa e muito do apoio do Estado nas principais àreas como saúde, educação e segurança. É preciso combater para que no futuro não se venha a ter números muito piores do ponto de vista de assassinatos no Brasil inteiro", finalizou.

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